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Trabalho na terrinha

Posted by Érika on Aug 10, 2010 in Vi por aí...

Taí uma coisa que não consigo sempre: trabalhar na minha terra. Adoro juntar a fome com a vontade de comer. É trabalho, mas, ao mesmo tempo, é rever a família, relembrar minhas raízes, sentir sabores peculiares, ganhar colinho de mamãe… Ou seja, é muito mais prazer do que trabalho e ainda recebo por isso :) . E neste mês de julho deu para conciliar tudo.

Fui a Belém a passeio. Passagens compradas, programação feita (ué, ficar de bobeira no sofá da mãe também precisa ser programado, ora essa) e, quando menos espero, surge um evento, exatamente no período em que estaria por lá! É bom? Não. É ótimo! Mas acho que o melhor mesmo foi o que pude ver por lá.

Achei que ia chegar, fazer o meu trabalho, conhecer alguns colegas e me inteirar um pouco mais sobre a interpretação no Pará (acho que já disse aqui que só descobri que tinha um certo mercado de tradução e interpretação local quando vim para o Rio de Janeiro… Sim, sim, ignorância minha. *suspiro*). E para minha surpresa, foi muito mais do que isso.

O evento era o Congresso Mundial da Idea 2010, nos moldes do Fórum Social Mundial, de tamanho semelhante também (um pouco menor, mas ainda assim, bastante grande. O tema do evento, “Viva a diversidade viva”, era intensamente compartilhado.  A interação entre os mais diversos povos (índios, europeus, latino-americanos…) ocorria em palestras, oficinas, apresentações teatrais e nos SIGs (Special Interest Groups – grupos de interesse específico, que tinham um tema principal para nortear suas discussões). Fui alocada em um desses SIGs. E o tema do meu SIG era… tradução! Quatro dias interpretando sobre tradução, interculturalidade, avaliando questões e desafios do processo. Não bastasse tudo isso, ainda fui convidada a expor os desafios encontrados no meu dia a dia (o público ali presente era composto em grande parte por professores, atores, escritores etc. que usam a tradução como ferramenta em seus trabalhos – os mais variados – de inclusão social. Não era um grupo de tradutores falando sobre o tema). Ali eu me dei conta de como gosto de falar sobre a profissão que abracei (é por isso que eu tenho um blog, né? Pois é, parece óbvio, mas às vezes sou meio lerda, relevem).

É claro que nem tudo foi assim tão belo. Houve algumas dificuldades técnicas – até mesmo por conta da dimensão e da dinâmica do evento – mas os pontos positivos foram tão maiores, que não convém sequer lembrar.

Só sei que voltei deste evento motivada, feliz por ver que Belém está amplianda suas possibilidades, investindo no setor de eventos, o que vai representar melhorias na cidade e maiores possibilidades de trabalho por lá. Queria ter tido tempo e a ideia de ter registrado o evento por fotos, mas contentar-me-ei (amo mesóclises!) com o aprendizado. :)

Isso porque este seria um post curtinho… Sei…

Assim que tiver uma fotinho e a autorização de quem está nela, atualizo aqui.

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A Copa e os intérpretes

Posted by Érika on Jun 23, 2010 in Vi por aí...

A Copa do Mundo já vei se encaminhando. Terminando a primeira fase, depois de muita “zebra”, as seleções já começam a se destacar na busca pelo título. Enquanto Alemanha, Argentina, Brasil (entre outras) marcam os adversários, tentando chutar para escanteio os riscos de não colocar a mão no caneco, as equipes mais fracas – ou mais azaradas – vão ficando pelo caminho (Adieu,  “Les Bleus”!).

‘Tá, Érika, mas ninguém veio aqui atrás de informações esportivas’. Apesar de agradecer a presença, tenho que concordar. A questão é que, apesar da euforia da maioria dos brasileiros em relação a este esporte que movimenta massas (eu mesma sou fã), tem uma camada da sociedade que está bastante inquieta, torcendo pelo fim do torneio: os intérpretes.

É fato: os eventos sumiram, os clientes não nos procuram, nossos telefones não tocam. Quer dizer, tocam sim:

-Oi, tudo bom?

-Tudo e você?

-É, tudo indo. Tem pintado evento?

É assim… O marasmo é tanto que a gente começa a achar que está na geladeira e sai ligando para os colegas a fim de descobrir se está mesmo.

A boa notícia é que está acabando (11/07). Outra boa notícia é que a próxima só daqui a 4 anos e, para fechar com chave de ouro, será no Brasil e esperamos ter muito trabalho girando em torno dela. ;)

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Poética do Traduzir

Posted by Érika on Jun 21, 2010 in Novidades, Vi por aí...

Adoro quando surgem novidades no campo tradutório. Daí vim correndo compartilhar a novidade! \o/

No dia 22/06/2010 será lançado o livro “Poética do Traduzir”, de Hénri Meschonnic, com tradução de Jerusa Pires Ferreira e Sueli Fenerich.Poética do Traduzir Fiquei sabendo pela lista “Tradnorte” e o comunicado veio acompanhado do seguinte texto:

O lançamento será acompanhado de debate com Álvaro Faleiros (USP), Jerusa Pires Ferreira (USP & PUC-SP) e Alain Mouzat (USP).

3a feira, 22 de junho, 18h30 – 21h30, Livraria da Vila, R Fradrique Coutinho 915, Vila Madalena. Tel: 3814 5811

Polêmico e rigoroso em suas críticas, Henri Meschonnic revisa a história da tradução na Europa, continente em que traduzir significou o apagamento das diferenças. Perpassa crítica e criação literária, psicanálise, linguística e filosofia num trabalho de conjunto, não para discutir o que a linguagem *diz*, mas o que ela *faz*. Em *Poética do Traduzir*, que a editora Perspectiva traz em sua coleção Estudos, ele analisa o ato de traduzir e seus resultados; visa o ritmo como força irredutível à métrica formalizadora, porque vem do corpo, da voz, do gesto, de toda organização do movimento no discurso. Na leitura da *Bíblia*, o ritmo sabota dicotomias de pensamento como verso e prosa, sentido e forma etc. Meschonnic protagoniza a descoberta de uma política e de uma ética em que a tradução desempenha papel transformador do pensamento e da linguagem. Pesam as diferenças linguísticas, culturais e históricas: traduzir entrevê energias secretas que, por vezes, pode-se nomear alteridade.

*Henri Meschonnic*, teórico da linguagem, da literatura, da tradução, com uma visão rigorosa e inovadora nesses campos de estudo, professor de linguística e literatura em Paris viii, foi um dos fundadores do Centro Experimental de Vincennes e promoveu uma linha de trabalhos desenvolvida como “Disciplinas do Sentido” na Escola Doutoral. Dentre suas maiores contribuições no domínio da tradução, salienta-se a sua versão do *Antigo Testamento*, que, em seu labor de mestre, converte-se não apenas em um terreno de experimentação, como em uma rica seara de descoberta poética.”

Estou bastante curiosa e já adicionei o livro à minha lista de desejos.

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Tradcast

Posted by Érika on Jun 17, 2010 in Novidades

É com prazer que venho anunciar o lançamento do meu mais novo filho: o Tradcast - o primeiro podcast brasileiro de tradução.

A ideia original é da Cláudia Mello, que acabou convidando a mim e ao Marcelo Neves para entrar nessa barca. Topei na hora. Isso foi em 2009. O tempo passou, a gente tentou, gravou até um “episódio inicial”. Mas o projeto tão querido não engrenava. Foi para a gaveta. Por quê? Dúvidas, incertezas, ansiedade… Sabíamos(emos) que o nosso público seria(é) altamente crítico, exigente e que, apesar da necessidade existente de se falar sobre tradução, não podíamos “chover no molhado”. Trazendo para o popular: ninguém iria bater palmas para maluco dançar.

Nesse processo, fomos apurando o perfeccionismo, pensando, pensando, pensando… e não agimos.

Agora, porém, é diferente. Já lançamos, quebramos o gelo. Esse post, aliás, é para anunciar o segundo episódio \o/. Espero que nos prestigiem. Ouçam, comentem, enviem sugestões. O começo é complicado, estamos aprendendo. Eu estou bem empolgada. Tomara que vocês também fiquem.

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A qualidade depende do material entregue

Posted by Érika on Jun 14, 2010 in A gente aprende

Ouvi isso de um colega, intérprete, que na véspera havia me escalado para trabalhar em um grande evento médico, ocorrido naquele fim de semana. Eu estava preocupada, pedindo mais informações, pois seriam diversas salas tratando sobre diferentes temas relacionados à ortopedia e – obviamente – queria me preparar da melhor maneira possível. Tenho que admitir que o colega conseguiu completar sua missão: fiquei mais tranquila.

Nunca tinha pensado dessa maneira. Talvez não de maneira tão objetiva. Pode parecer desculpa esfarrapada – para quem não entende do riscado – mas o cliente é até mais responsável do que eu pelo sucesso da tradução/interpretação. Primeiro, na escolha do profissional. Nenhum tradutor bate à porta dos clientes perguntando:

-E aí, vai uma traduçãozinha hoje? Tá fresquinha, acabei de fazer!

O cliente nos procura. E é nesse momento que ele exerce sua influência, dando um grande passo para a qualidade final – ou não – do trabalho: se optar pelo orçamento “mais baratinho”… bom, aí não resta dúvida sobre o futuro desse texto. Qualidade tem seu preço. É claro que não é todo mundo que pode comprar um carro de luxo, mas você também não precisa adquirir um carro popular, caindo aos pedaços, cheio de furos na lataria.

Porém, é importante deixar claro que não há milagres. Mesmo o mais caro carro de luxo vai ter seu desempenho comprometido em uma estrada esburacada. Obviamente, a viagem será mais confortável do que se for feita por aquele carrinho caindo aos pedaços, com menos recursos. Isso sem contar outra variável importantíssima: tempo. Se você tem que correr para entregar o serviço, certamente terá que sacrificar mais do que uma noite de sono (mas não é essa questão central hoje).

No campo da interpretação, isso é bem claro. O cliente lhe contrata, diz a área do evento (“Ah, é sobre administração…”) e só. Às vezes não diz nem o nome da conferência. No meio tempo entre a contratação e o evento, você implora, desesperado por mais material, maiores informações. Chego até a visualizar o cliente revirando os olhos, me achando mala. Depois de muita perturbação, você consegue um arquivo em .ppt – que, às vezes, nem é daquele evento! O que será que eles esperam? Que além de ouvir em uma língua e falar em outra, ao mesmo tempo, nós ainda tenhamos bola de cristal? Desculpa, querido. Já encomendei a minha mas ainda não chegou. Ou será que esperam que saibamos tudo sobre todos os temas, nos diversos idiomas?

Portanto, prezados clientes, tenham sempre em mente que fazemos nosso trabalho da melhor maneira possível. O resultado, contudo, dependerá diretamente da qualidade (e quantidade, para a interpretação) do material entregue.

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Chuvinha particular

Posted by Érika on Jun 9, 2010 in Vi por aí...

Sabe aqueles dias em que o céu está azul, o sol tem aquele calorzinho gostoso, os pássaros cantam e você tem logo vontade de sair, fazer um passeio num parque, visitar um amigo, etc.? São ótimos, não são? Eu concordo, desde que você não tenha a Tia Dédi no seu pé (não conhece? A tia terrível com seu chicote que vive a nos açoitar? Sorte a sua. A deadline é minha conhecida há tempos…). Dá a maior culpa/preguiça/frustração… ver que muitos estão curtindo o dia e você não.

Seus problemas acabaram: alguém teve ideia de trazer a chuva até, mesmo que lá fora faça um sol de rachar cuca e um calor de matar. Aqui você vai encontrar aquele temporal gostoso e deixará o pé d’água levar toda a sua culpa por ralo abaixo…

O único inconveniente: pode dar sono. Aí a Tia Dédi vai parar de estalar o chicote e vai fazer uso de artilharia. Pesada.

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Por onde começar

Posted by Érika on May 11, 2010 in A gente aprende

Todo mundo acha o máximo ver o próprio nome na primeira página de um livro, nos créditos de um seriado famoso ou na tela da tevê, em destaque, ao fazer a tradução simultânea de um discurso do Obama. Só que ninguém para e imagina o tempo de estudo, a preparação, a dedicação necessária para chegar lá com boa qualificação. – Renato Motta.

A citação acima poderia ter sido retirada de um livro ou de um periódico, mas não foi. Sabe onde busquei? Adivinha. No Orkut. É, no Orkut.

A maioria das pessoas acha que o Orkut é uma bobagem, um lugar onde os usuários desperdiçam horas a mexericar a vida alheia, postar fotos, criar comunidades esdrúxulas e afins. Tá, confesso, também pensei assim um dia. Até que percebi que sabia muito pouco sobre tradução/interpretação. Mas onde eu poderia achar os colegas? Eles se encontram? Estão lá, dentro das editoras? Como faço para saber um pouco mais? Tive então a brilhante ideia de buscar algo na tal rede de relacionamentos. Como diz minha mãe, quem procura, acha. Achei isso aqui.

A 50302 (como os membros a chamam) é riquíssima! Quanto ao conteúdo, só as FAQs já trazem temas essenciais para iniciantes (e veteranos). Além disso, é muito provável que a sua dúvida já tenha sido discutida por lá, mesmo ela não sendo tradutória: falamos de tudo! Gatos, cinema, livros e, principalmente, COMIDA. Além disso, é uma enorme vitrine. De lá podem sair grandes contatos profissionais e até mesmo colegas e amigos. Acredite: alguns dos meus amigos atuais vieram do Orkut (é meio difícil explicar isso às vezes).

Portanto, se você é ou pretende ser tradutor ou intérprete (ou se interessa pelo assunto) e ainda não faz parte da Tradutores/intérpretes BR, se apresse. Tem tanta coisa para ler… Aliás, o que me levou a escrever esse post foi o tópico que vi essa semana, sobre abraçar a nova profissão, adquirir experiência, remuneração e afins. Só não esqueça das regras da boa educação. É uma casa nova com moradores já antigos. Por isso, vale lembrar: não chegue abrindo a geladeira. Entre de fininho, conheça as regras da casa e então aproveite.

Passa lá e me diz o que acha. ;)

 
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Pense demais e não aja.

Posted by Érika on May 10, 2010 in A gente aprende

Não quero fazer apologia às ações descabidas, tomadas no calor do momento, sem o mínimo de ponderação, mas acabo de constatar isso.

Assumi o compromisso (aqui mesmo) de fazer posts sobre o Congresso da Abrates. Queria tê-lo feito durante o evento. Pensei nos temas, separei mentalmente por categorias mas, por questões técnicas, não consegui. Decidi, então, que faria anotações e na volta redigiria os posts. Aí Murphy entra em ação: trabalhos se atropelam, a internet some, pendências domésticas pipocam a todo momento… Lá se vão algumas semanas sem poder escrever, mas continuei pensando nos tais posts.

Pensei bastante, tive várias ideias legais, mas… e o resultado, cadê? Ficaram no mundo de Platão. De que adiantou? Talvez eu devesse ter usado as primeiras ideias, feito os rascunhos, quem sabe assim não houvesse alguns resultados práticos, não é?

Por outro lado, isso serviu de lição. Recebi fechada no trânsito? Vou pensar bastante na represália. Vontade de comer coisas bem engordativas? Pensarei em todas as combinações possíveis. Namorado reclamou porque atrasei 20 minutos? Vou pensar, pensar, pensar…

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“I have a passion for languages”

Posted by Érika on Apr 8, 2010 in Vi por aí...

Certa vez ouvi dizer que não há nada mais perigoso do que um tolo com iniciativa. No início achei meramente jocoso, até um pouco ácido. Depois, avaliando com calma (e revendo alguns exemplos muito próximos a mim), percebi há um fundo de verdade. Quando sua mãe se oferece para “dar um jeitinho” no seu escritório (e te deixa perdido por semanas), sua visita resolve lavar a louça do almoço (não é lá muito caprichosa e você tem que refazer o serviço) ou seu tio diz que o filho dele poderia lhe dar “uma ajudinha nesse negócio de tradução” já que ele “entende de Internet e fez até intercâmbio nos EUA”, estão cheios de boa intenção, crentes de que estão lhe dando uma suuuper ajuda. Certo? Pois é. Feliz daquele que consegue arrumar uma maneira de se livrar da encrenca sem magoar ninguém – afinal, eles realmente pretendem ajudar.

Já os que não conseguem… Bom, esses podem estar sujeitos a diversos inconvenientes – como os citados acima – dentre eles, a vergonha:

"I have a passion for languages"

Bom, como ninguém tem a obrigação de entender inglês, eu explico. A cobertura a que eles se referem aqui é o último apartamento de um prédio e não à cobertura de um bolo (icing) ou evento televisivo como a “cobertura das eleições” (nesse caso, o tal do coverage).

A foto foi tirada dentro do elevador do nosso hotel em Porto Alegre e dá para perceber alguns outros problemas de tradução. Esse, porém se encaixa perfeitamente na figura apontada por João Roque Dias em sua palestra de abertura do congresso: o indivíduo que crê que basta adorar idiomas para ser um bom tradutor. Talvez o proprietário do hotel também acredite nisso e sequer suspeite que há algo de errado em seu aviso. Ou quem sabe ele até tenha cogitado solicitar os serviços de um tradutor, mas acabou sendo vítima de um tolo com iniciativa.

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Teaser

Posted by Érika on Mar 22, 2010 in Novidades

Não cumpri o que prometi. Minha expectativa era de poder fazer um post por dia – no fim das atividades – com as minhas impressões sobre as palestras, painéis e debates de corredor. Mas foi tudo tão corrido…

Passei aqui, muito rapidinho, para dizer que o congresso foi muito rico. De conteúdo, de companheiros virtuais (que se provaram colegas altamente interessantes), de polêmicas sobre tradução automática (ou de máquina), acordo ortográfico, uso do Twitter, mercados regionais e muitos outros temas.

Mais para frente, vou escrever minhas impressões sobre o evento. Tenho assunto para muitos posts. Vou organizar minhas ideias (e minha vida, que ficou em suspensão durante esses dias) e postá-los até semana que vem. Aguardem.

Por enquanto, fica só o teaser, uma fotinho inicial do evento:

Salão principal

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