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A qualidade depende do material entregue

Posted by Érika on Jun 14, 2010 in A gente aprende

Ouvi isso de um colega, intérprete, que na véspera havia me escalado para trabalhar em um grande evento médico, ocorrido naquele fim de semana. Eu estava preocupada, pedindo mais informações, pois seriam diversas salas tratando sobre diferentes temas relacionados à ortopedia e – obviamente – queria me preparar da melhor maneira possível. Tenho que admitir que o colega conseguiu completar sua missão: fiquei mais tranquila.

Nunca tinha pensado dessa maneira. Talvez não de maneira tão objetiva. Pode parecer desculpa esfarrapada – para quem não entende do riscado – mas o cliente é até mais responsável do que eu pelo sucesso da tradução/interpretação. Primeiro, na escolha do profissional. Nenhum tradutor bate à porta dos clientes perguntando:

-E aí, vai uma traduçãozinha hoje? Tá fresquinha, acabei de fazer!

O cliente nos procura. E é nesse momento que ele exerce sua influência, dando um grande passo para a qualidade final – ou não – do trabalho: se optar pelo orçamento “mais baratinho”… bom, aí não resta dúvida sobre o futuro desse texto. Qualidade tem seu preço. É claro que não é todo mundo que pode comprar um carro de luxo, mas você também não precisa adquirir um carro popular, caindo aos pedaços, cheio de furos na lataria.

Porém, é importante deixar claro que não há milagres. Mesmo o mais caro carro de luxo vai ter seu desempenho comprometido em uma estrada esburacada. Obviamente, a viagem será mais confortável do que se for feita por aquele carrinho caindo aos pedaços, com menos recursos. Isso sem contar outra variável importantíssima: tempo. Se você tem que correr para entregar o serviço, certamente terá que sacrificar mais do que uma noite de sono (mas não é essa questão central hoje).

No campo da interpretação, isso é bem claro. O cliente lhe contrata, diz a área do evento (“Ah, é sobre administração…”) e só. Às vezes não diz nem o nome da conferência. No meio tempo entre a contratação e o evento, você implora, desesperado por mais material, maiores informações. Chego até a visualizar o cliente revirando os olhos, me achando mala. Depois de muita perturbação, você consegue um arquivo em .ppt – que, às vezes, nem é daquele evento! O que será que eles esperam? Que além de ouvir em uma língua e falar em outra, ao mesmo tempo, nós ainda tenhamos bola de cristal? Desculpa, querido. Já encomendei a minha mas ainda não chegou. Ou será que esperam que saibamos tudo sobre todos os temas, nos diversos idiomas?

Portanto, prezados clientes, tenham sempre em mente que fazemos nosso trabalho da melhor maneira possível. O resultado, contudo, dependerá diretamente da qualidade (e quantidade, para a interpretação) do material entregue.

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Chuvinha particular

Posted by Érika on Jun 9, 2010 in Vi por aí...

Sabe aqueles dias em que o céu está azul, o sol tem aquele calorzinho gostoso, os pássaros cantam e você tem logo vontade de sair, fazer um passeio num parque, visitar um amigo, etc.? São ótimos, não são? Eu concordo, desde que você não tenha a Tia Dédi no seu pé (não conhece? A tia terrível com seu chicote que vive a nos açoitar? Sorte a sua. A deadline é minha conhecida há tempos…). Dá a maior culpa/preguiça/frustração… ver que muitos estão curtindo o dia e você não.

Seus problemas acabaram: alguém teve ideia de trazer a chuva até, mesmo que lá fora faça um sol de rachar cuca e um calor de matar. Aqui você vai encontrar aquele temporal gostoso e deixará o pé d’água levar toda a sua culpa por ralo abaixo…

O único inconveniente: pode dar sono. Aí a Tia Dédi vai parar de estalar o chicote e vai fazer uso de artilharia. Pesada.

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Por onde começar

Posted by Érika on May 11, 2010 in A gente aprende

Todo mundo acha o máximo ver o próprio nome na primeira página de um livro, nos créditos de um seriado famoso ou na tela da tevê, em destaque, ao fazer a tradução simultânea de um discurso do Obama. Só que ninguém para e imagina o tempo de estudo, a preparação, a dedicação necessária para chegar lá com boa qualificação. – Renato Motta.

A citação acima poderia ter sido retirada de um livro ou de um periódico, mas não foi. Sabe onde busquei? Adivinha. No Orkut. É, no Orkut.

A maioria das pessoas acha que o Orkut é uma bobagem, um lugar onde os usuários desperdiçam horas a mexericar a vida alheia, postar fotos, criar comunidades esdrúxulas e afins. Tá, confesso, também pensei assim um dia. Até que percebi que sabia muito pouco sobre tradução/interpretação. Mas onde eu poderia achar os colegas? Eles se encontram? Estão lá, dentro das editoras? Como faço para saber um pouco mais? Tive então a brilhante ideia de buscar algo na tal rede de relacionamentos. Como diz minha mãe, quem procura, acha. Achei isso aqui.

A 50302 (como os membros a chamam) é riquíssima! Quanto ao conteúdo, só as FAQs já trazem temas essenciais para iniciantes (e veteranos). Além disso, é muito provável que a sua dúvida já tenha sido discutida por lá, mesmo ela não sendo tradutória: falamos de tudo! Gatos, cinema, livros e, principalmente, COMIDA. Além disso, é uma enorme vitrine. De lá podem sair grandes contatos profissionais e até mesmo colegas e amigos. Acredite: alguns dos meus amigos atuais vieram do Orkut (é meio difícil explicar isso às vezes).

Portanto, se você é ou pretende ser tradutor ou intérprete (ou se interessa pelo assunto) e ainda não faz parte da Tradutores/intérpretes BR, se apresse. Tem tanta coisa para ler… Aliás, o que me levou a escrever esse post foi o tópico que vi essa semana, sobre abraçar a nova profissão, adquirir experiência, remuneração e afins. Só não esqueça das regras da boa educação. É uma casa nova com moradores já antigos. Por isso, vale lembrar: não chegue abrindo a geladeira. Entre de fininho, conheça as regras da casa e então aproveite.

Passa lá e me diz o que acha. ;)

 
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Pense demais e não aja.

Posted by Érika on May 10, 2010 in A gente aprende

Não quero fazer apologia às ações descabidas, tomadas no calor do momento, sem o mínimo de ponderação, mas acabo de constatar isso.

Assumi o compromisso (aqui mesmo) de fazer posts sobre o Congresso da Abrates. Queria tê-lo feito durante o evento. Pensei nos temas, separei mentalmente por categorias mas, por questões técnicas, não consegui. Decidi, então, que faria anotações e na volta redigiria os posts. Aí Murphy entra em ação: trabalhos se atropelam, a internet some, pendências domésticas pipocam a todo momento… Lá se vão algumas semanas sem poder escrever, mas continuei pensando nos tais posts.

Pensei bastante, tive várias ideias legais, mas… e o resultado, cadê? Ficaram no mundo de Platão. De que adiantou? Talvez eu devesse ter usado as primeiras ideias, feito os rascunhos, quem sabe assim não houvesse alguns resultados práticos, não é?

Por outro lado, isso serviu de lição. Recebi fechada no trânsito? Vou pensar bastante na represália. Vontade de comer coisas bem engordativas? Pensarei em todas as combinações possíveis. Namorado reclamou porque atrasei 20 minutos? Vou pensar, pensar, pensar…

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“I have a passion for languages”

Posted by Érika on Apr 8, 2010 in Vi por aí...

Certa vez ouvi dizer que não há nada mais perigoso do que um tolo com iniciativa. No início achei meramente jocoso, até um pouco ácido. Depois, avaliando com calma (e revendo alguns exemplos muito próximos a mim), percebi há um fundo de verdade. Quando sua mãe se oferece para “dar um jeitinho” no seu escritório (e te deixa perdido por semanas), sua visita resolve lavar a louça do almoço (não é lá muito caprichosa e você tem que refazer o serviço) ou seu tio diz que o filho dele poderia lhe dar “uma ajudinha nesse negócio de tradução” já que ele “entende de Internet e fez até intercâmbio nos EUA”, estão cheios de boa intenção, crentes de que estão lhe dando uma suuuper ajuda. Certo? Pois é. Feliz daquele que consegue arrumar uma maneira de se livrar da encrenca sem magoar ninguém – afinal, eles realmente pretendem ajudar.

Já os que não conseguem… Bom, esses podem estar sujeitos a diversos inconvenientes – como os citados acima – dentre eles, a vergonha:

"I have a passion for languages"

Bom, como ninguém tem a obrigação de entender inglês, eu explico. A cobertura a que eles se referem aqui é o último apartamento de um prédio e não à cobertura de um bolo (icing) ou evento televisivo como a “cobertura das eleições” (nesse caso, o tal do coverage).

A foto foi tirada dentro do elevador do nosso hotel em Porto Alegre e dá para perceber alguns outros problemas de tradução. Esse, porém se encaixa perfeitamente na figura apontada por João Roque Dias em sua palestra de abertura do congresso: o indivíduo que crê que basta adorar idiomas para ser um bom tradutor. Talvez o proprietário do hotel também acredite nisso e sequer suspeite que há algo de errado em seu aviso. Ou quem sabe ele até tenha cogitado solicitar os serviços de um tradutor, mas acabou sendo vítima de um tolo com iniciativa.

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Teaser

Posted by Érika on Mar 22, 2010 in Novidades

Não cumpri o que prometi. Minha expectativa era de poder fazer um post por dia – no fim das atividades – com as minhas impressões sobre as palestras, painéis e debates de corredor. Mas foi tudo tão corrido…

Passei aqui, muito rapidinho, para dizer que o congresso foi muito rico. De conteúdo, de companheiros virtuais (que se provaram colegas altamente interessantes), de polêmicas sobre tradução automática (ou de máquina), acordo ortográfico, uso do Twitter, mercados regionais e muitos outros temas.

Mais para frente, vou escrever minhas impressões sobre o evento. Tenho assunto para muitos posts. Vou organizar minhas ideias (e minha vida, que ficou em suspensão durante esses dias) e postá-los até semana que vem. Aguardem.

Por enquanto, fica só o teaser, uma fotinho inicial do evento:

Salão principal

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Propriedade intelectual

Posted by Érika on Mar 16, 2010 in Isso me irrita

Desde que decidi me tornar tradutora, busquei na internet pessoas que tivessem a mesma profissão. Achava que em Belém não havia mercado nem profissionais na área -  ledo engano, já que a Região Norte tem uma demanda considerável pelo trabalho de tradução/interpretação (nada que se compare ao eixo Rio-São Paulo, mas muito superior ao que imaginava). Na verdade, tudo começou com a solidão e a saudade. Estava sozinha, numa cidade enorme, longe de parentes, amigos, colinho de mamãe (ah, esse é enorme… *suspiro*), buscando uma carreira nova, para a qual eu nem sabia se tinha talento. Apesar de empolgada, precisava ter um pezinho na minha antiga terra, para que não desmoronasse. Assim, decidi recriar o meu perfil no orkut. Na época, a maioria das pessoas achava essa ferramenta inútil (muitos realmente não sabem o que fazer com ela), e para mim, naquele momento, era apenas uma forma de me sentir “em casa”.

Um belo dia resolvi futucar e ver se havia algo sobre as novas profissões que queria. Achei a comunidade “Tradutores e intérpretes/BR”. Entrei, sentei e observei. Estava acontecendo uma confusão enorme. Tinha gente dizendo que sairia e nunca mais voltaria para aquele ambiente enquanto o outro insistisse em lhe irritar. Confesso que fui fuçar posts antigos (ah, a curiosidade…) para tentar entender os porquês. Não consegui e resolvi me “incluir fora” do barraco. Mas, uns meses depois voltei. Mais uma vez eu entrei, sentei e observei. Aí sim percebi que muitas pessoas se conheciam, pareciam amigos de infância. Brincavam e falavam de coisas sérias com uma agilidade tremenda. Lidavam bem com essa inclusão do pessoal no profissional. Pareciam muito experientes também.

Enxerida que sou, queria logo participar. Mas, como eu sempre digo, não podia chegar colocando logo os pés na mesinha de centro e abrindo a geladeira. Eu conhecia tão pouco sobre tudo no mundinho tradutório… Passei uns 2 meses só lendo e me inteirando das coisas. Bom, aí eu já sentia que podia dizer algo e tal. Logicamente que eu dava pitacos na galhofa (confesso que sou boa nisso). De galhofa em galhofa, acabei me enturmando, participando dos “orkontros”, eventos e projetos do pessoal.

Um deles foi a versão de tradutores do “Moleskine Project” (um projeto itinerante, em que cada um recebe um caderninho, um Moleskine, e em suas páginas faz um desenho). A ideia foi da Ieda Bispo, que se responsabilizou por coordenar o projeto, contando atualmente com a ajuda da Maria Clara Valinhas. O projeto conta com um blog (http://50302unplugged.wordpress.com/) em que registramos nossas “artes”.

Quis muito participar do projeto. Tive mil ideias, possibilidades e sentia um friozinho na barriga só de pensar na execução, de como ficaria, se os colegas gostariam, se ia ficar banal… Já tinha decidido o que faria. Mas aí vem a demora… O caderninho demora bastante para chegar. Dá uma ansiedade danada.

Um dia acordei com uma ideiazinha na cabeça. Ela surgiu logo após eu ter entregado um trabalho carne de pescoço ou bebê de Rosemary, como queiram. Havia trabalhado tanto num texto mal escrito, difícil e longo que pensei que jamais iria querer ter um mostrengo daquele nas mãos novamente (tolinha eu. Peguei vários desse tipo depois :) ). Aí lembrei que tem paródias do “Pai nosso” para várias coisas, mas não sabia de nenhuma que nos livrasse dos pesadelos tradutórios (aliás, bem pensado. Vou catar no Google, talvez tenha uma oração para S. Jerônimo). Tive o insight e em menos de 10 minutos minha paródia estava pronta. Quando estive com o Moleskine em mãos, eu o levei para Belém – queria usar os lápis de cor do meu sobrinho. :D Aqui vocês podem conferir o resultado: http://50302unplugged.wordpress.com/2009/12/09/a-arte-da-erika/.

Para meu deleite, muitos dos queridos e respeitados colegas gostaram do meu texto. Alguns pediram para publicá-los em seus blogs e sites. Achei legal, seria divertido mostrar aos outros que passamos por problemas profissionais semelhantes (afinal, nós tradutores estamos sempre mergulhados em nossa vastidão interior…).

Não passou muito tempo e recebi a Oração por email, em uma lista. Pensei: “puxa, já chegou? Que rápido!”. Só que meu sorrisinho pueril por aquela pequena e significativa vitória se desfez  no instante seguinte: o texto veio sem cabeça. Não faltou parte alguma, veio inteirinho. Exceto, claro, de vir sem dizer quem teve a ideia. Atrevida que sou, tratei de mandar um outro email, demonstrando minha autoria, com o link inclusive. Recebi uma resposta meio difícil de engolir: “Me disseram que era seu, mas não tinha certeza…”. Nem para checar, né? Decidi deixar quieto, aceitar o pedido de desculpas.

Hoje, soube por uma amiga que a nossa Oração já tinha virado domínio público na internet. Oi? Como assim? Segui o mesmo procedimento: entrei no site, deixei comentário com link do blog do Moleskine, pedi que consertasse o “esquecimento”. Muitos amigos queridos fizeram o mesmo (aliás, aproveito o ensejo para agradecer de novo). Soube que o rapaz pediu desculpas e colocou o crédito devido, mas disse que recebeu sem autoria e repassou mesmo assim.

Agora, eu me pergunto: cidadãos conscientes repassam pseudo-fatos sem confirmação? A um tradutor profissional é dito que 2+2=5 e ele sequer tem a curiosidade e a responsabilidade de verificar se isso procede? É isso? Então devem ser as mesmas pessoas que não tomam Coca-cola com Menthos porque explode o estômago, que encaminham emails na esperaça de ganhar $100,00 da Aol, ou que têm medo de acordar numa banheira cheia de gelo, sem o rim direito.

Pode parecer pouco. Muitos vão até dizer que é bobagem, que o texto nem é isso tudo, que estou fazendo tempestade em copo d’água. Pode ser. Mas é meu. E de cara-de-pau ninguém gosta.

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III Congresso Internacional da Abrates

Posted by Érika on Mar 15, 2010 in Novidades

Estarei em Porto Alegre nos dias 19, 20 e 21 de março, para o III Congresso Internacional da Abrates 2010 (veja mais http://www.abrates.com.br/congresso2010/index.htm).
Confesso que estou animada. Além de uma grande oportunidade de enriquecimento profissional, vou (re)ver colegas de vários cantos do país e do mundo. Muita gente bacana, com uma bagagem enorme de experiências, que quase nunca se incomoda de compartilhar (desde que a arrogância não se faça presente – mas isso é tema para outro post).

Ainda lembro do II Congresso, ocorrido em 2007, logo depois do Pan. Estava bastante animada, com novas oportunidades de trabalho, conhecendo gente interessante… Pena eu não ter tido a ideia de registrá-lo.
Este momento “Idade Média” se foi. Registrá-lo-ei (ha! Adoro mesóclises!) da melhor maneira possível: fotos, anotações de palestras, algumas informações sobre os eventos off-congresso (digo isso pois sei que a maioria deles é no estilo “Vegas”).

Obviamente, terei de contar com a minha falta de talento para blogar, porém tomarei vergonha na cara. Já é hora de parar de somente ter ideias. É preciso colocá-las em prática.

Estou motivada e gostando do pontapé que o congresso tem dado para que eu agite as coisas por aqui. Câmbio e desligo.

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E finalmente ele surge…

Posted by Érika on Sep 26, 2009 in Novidades

É com muito prazer – e um medinho também – que escrevo o primeiro post no meu site. Puxa, que orgulho dizer isso… meu site. Depois de tanto tempo, consegui tomar coragem e começar a deixar esse novo cantinho mais parecido comigo. E é daí que surge o medinho. Será que vai interessar a mais alguém? Tenho muitas ideias e espero conseguir colocá-las no papel. Bobinha eu. Papel… Ah, vocês entenderam.

Claro que, como blogueira iniciante, eu me precipitei e acabei postando antes de terminar. Deve ser emoção.

Bom, como ia dizendo, esse é o primeiro passo apenas. O site está bem no comecinho, ainda estou tentando encontrar as melhores ferramentas e o conteúdo mais adequado. Em breve haverá mais coisas por aqui.

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