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Luke, I’m your father.

Posted by Érika on May 26, 2014 in Novidades
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Edição especial da Darkside

Não são só os amantes de Guerra nas Estrelas que conhecem esta famosa frase de Darth Vader. Ela se tornou muito comum no mundo virtual e, principalmente, nas redes sociais. O filme tem uma legião de fãs em todo o mundo. A paixão é tamanha que já tem até religião fundamentada em alguns dos princípios criados para a trama de George Lucas. Fundamentalismos à parte, devo dizer que o universo geek, de um modo geral, me fascina e Star Wars foi quem abriu as portas para essa paixão. Não chego a me considerar uma profunda conhecedora, mas gosto de transitar pelos universos paralelos (e muitas vezes complementares) da ficção científica, dos super-heróis, das viagens no tempo e espaço. É uma forma lúdica de aumentar o interesse pelas ciências (química, física, astronomia, física quântica) e fomentar os grandes debates humanísticos (da sociologia, psicologia, filosofia etc.). Hoje é uma segunda-feira feliz (parem de implicar com as segundas. Elas podem ser muito legais :P) para os Jedis tupiniquins. Para mim é um dia especialmente feliz por uma série de razões. O primeiro deles é o lançamento da edição especial da trilogia de Guerra nas Estrelas, pela Darkside Books. Aliás, a editora por si só já é  motivo de alegria (sim, começou me cativando pelo nome), afinal ela se dedica ao mágico, suspense, terror e à fantasia.

You underestimate the power of the dark side.

You underestimate the power of the dark side.

O segundo é que ele marca a minha entrada no mundo da tradução literária. Apesar de não ser minha primeira incursão no mercado editorial, O Retorno de Jedi é a primeira publicação em que vejo meu nome ali, impresso bonitinho (bonitinho nada, tô achando liiiindo!) do ladinho do querido e renomado tradutor, autor e amigo Petê Rissatti. A oportunidade de trabalhar com ele foi ímpar. Aprendi muito e só me resta agradecer toda a generosidade desse amigo. E, como ainda me falta muito a aprender, espero que possamos ter ainda mais parcerias profissionais. Trabalhar rindo e com gente competente não tem preço.

Resumindo: novidade geek no mercado, minha primeira publicação, em uma história para nerd nenhum botar defeito, em parceria com um amigo dos melhores. Essa é uma segunda-feira feliz. Uma segunda de primeira. Devia se chamar “primeira-feira”. Taí. Batizá-la-ei de “Minha Primeira-feira”. 😀 *Acho que meu Lado Negro é meio Ursinhos Carinhosos. Ou Falcão. É fofa e/ou brega. Desculpa, gente. :) ** A segunda imagem foi tirada do site da Darkside. Fiz um print porque achei melhor marcar em vermelho. Vai que passa batido? :)

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Congressando – Abrates (1/2)

Posted by Érika on Jul 3, 2013 in Esmiuçando

**Update:

Queria muito ter feito posts detalhados a respeito das outras conferências que fui, mas não consegui. Percebi que o fato de ainda não tê-las feito me impedia de escrever sobre outras coisas. Vou pular, ok? O que tiver sido de fato marcante, vou tentar abordar de outra forma, com posts individuais (ou sabe-se lá de qual outra maneira possa vir a me ocorrer ;)). Desculpa, gente. E obrigada pela compreensão. :)

 

 

Ok, eu não deveria ter demorado tanto para dar meu relato sobre esse evento. Passou só um mês, mas me dá a sensação de chover no molhado, porque muita gente já falou a respeito. Mas vou fazer assim mesmo. :) Na pior das hipóteses, vou corroborar com o belíssimo trabalho feito por amigos queridos.

Como mencionei no post anterior, o Abrates 2013 teve pontos a serem destacados. E é por aí que vou começar.

1. Palestra de abertura no fim da tarde, com coquetel em seguida:

Perfeito! A princípio, pode parecer perda de tempo: “poxa, mas vou ter que ir mais cedo só para ver a abertura? Mais uma diária de hotel, menos um dia de trabalho…”.

Só que se a gente analisar, os benefícios foram bem maiores do que a aparente “desvantagem”:

a) As pessoas puderam viajar em um horário mais decente. Achei um luxo poder sair às 10 da manhã de casa e sem perder nada do evento.
a.1) Por conta disso, foi possível encontrar alguns colegas no já aeroporto e começar a bater papo ali mesmo. :)

b) Nós, participantes, estávamos mais ansiosos pela fala inicial, sabendo que depois havia um momento de descontração. Todos muito mais leves, mais atentos, menos dispersos.

c) O coquetel! Ah, o coquetel… Foi ótimo rever amigos, abraçá-los, rir, programar as tarefas do dia seguinte (ok, isso foi o que a gente menos fez), e já conhecer algumas pessoas, mesmo que de vista. Sinceramente, acho que conhecer as pessoas antes do evento — mesmo que de vista — já dá um sentimento de “estar em casa”. Uma delícia. :)

2. Cabine para iniciantes:

Eita ideia batuta: um evento profissional de tradução e interpretação dando chance para quem desejasse passar pela experiência dentro da cabine.

Todos podiam participar. Bastava colocar o nome em uma lista afixada na lateral da cabine (ok, teria sido melhor se fosse em outro lugar, porque ter pessoas vendo a lista e/ou escrevendo seus nomes nela acabava distraindo quem estivesse do lado de dentro — e quando não se está acostumado, pode atrapalhar demais, mas isso não tira o brilho da coisa) escolhendo um horário e mandar ver.

Os que aproveitaram a oportunidade, foram acompanhados de perto por profissionais experientes, podendo contar com comentários e observações posteriores. Não é um luxo?

Fiquei muito feliz de poder fazer parte desse momento. Algum tempo atrás, era eu quem estava ali, nervosa, tensa, com pavor de não dar conta. Felizmente, tive quem segurasse a minha mão, me fizesse respirar fundo e seguir em frente. Sou incrivelmente grata por isso e espero ter conseguido fazer algo parecido por aqueles que estiveram comigo durante aquele breve período.

Ressalto ainda que todos os que lá entraram foram muito corajosos. Sim, foi uma senhora oportunidade, mas não fique você achando que é fácil. Tem gente que é mais “casca grossa” para essas coisas, mas segurar o emocional é tão ou mais difícil do que desenvolver a técnica de interpretação simultânea. Além de toda a pressão, ali estavam colegas tanto na escuta (alguns com essa intenção avaliativa mesmo. Normal, mas dá um medão.) quanto nas palestras (alguém lembra do Ricardo Souza dizendo ser um “catamilhógrafo”? :D). É bom por isso. E é ruim pelo mesmo motivo. Portanto, repito: estão todos de parabéns. 😎

Ainda quero falar brevemente sobre as palestras que vi, mas fica para outro post. :)

E você? Tem mais alguma coisa a destacar?

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Tradutora e/ou intérprete?

Posted by Érika on Feb 25, 2013 in Esmiuçando

Tsc, tsc, tsc. Tanto tempo sem atualizar, não é?
Posso dizer que andei sem tempo? Até posso, mas essa não é toda a verdade. Não foi este o único fator. A questão é que quando tive tempo, não tive ideia. O tempo urge e ninguém quer ler mais do mesmo. E, quando tinha ideias, era sempre (eu disse sempre) no meio do caos. Aí passava a vontade, ou a intenção. Minha inspiração é uma entidade muito temperamental. Se ela diz “escreve aí” e ouso não obedecê-la, a danada desaparece.

Que ela não me ouça, mas (aparentemente) consegui ludibriá-la! Resolvi gravar mensagens de voz no celular (usando Voice Memo do iPhone)! Esboço rapidamente o tema. Mais tarde, sento aqui e tcharam! Sai um post! Parece que agora nos veremos mais frequentemente. :)

Bom, o que me chamou atenção essa semana, foi uma comparação: “Um intérprete pode ser tradutor, mas este dificilmente será um intérprete”. E eu me perguntei: será?

    

http://bit.ly/Yvmjcj

http://cdn.sheknows.com/articles/2012/03/woman-on-computer.jpg

Parece até natural, não é? A interpretação é ágil, o jogo de cintura é quase frenético, o resultado é imediato. Há o olhar de todos, o domínio do psicológico, o pavor do “branco”, muitos acreditam que fariam melhor. É senso-comum que se faz necessário ter treinamento para tal função, seja este formal ou não (embora eu, particularmente, considere mais inteligente ter uma educação formal antes de se jogar no mercado. Afinal, por que ter de reinventar a roda se podemos aprender com quem já traçou esse caminho?). Obviamente, é de se esperar que se o intérprete consegue fazer “tudo isso” com restrição temporal, se tiver alguns dias de prazo, consegue traduzir com o pé nas costas. Confere?

Não. :) Não necessariamente. Embora ambas as profissões façam parte de um mesmo setor e sejam, muitas vezes, colocadas em um saco só, cada uma vai ter sua especificidade. Estou dizendo que quem exerce uma não pode exercer a outra? Também não. Até porque, né?, estaria contradizendo a mim mesma, visto que exerço ambas as funções. O que quero deixar claro, é que os focos precisam ser ajustados para o processo utilizado.

Assim como um intérprete não pode se dar ao luxo de querer sempre a palavra perfeita para a ocasião — e aqui tem uma frase que aprendi com minha amiga e mestre Marcelle Castro que me foi libertadora: “A interpretação me ensinou a lidar com a frustração. Se não achei a melhor opção, paciência. Não tenho tempo de me lamentar porque a informação não vai parar de vir e preciso me concentrar nela” — o tradutor precisa quebrar a cabeça para que uma rima não se perca, por exemplo, e, dependendo do que seja, pode custar boa parte do prazo (que parece uma eternidade quando comparado à interpretação, mas que se torna cada vez mais reduzido).

Resumindo a grosso modo, podemos dizer que o foco do intérprete é entregar a informação. Pode ser que ela venha com algum prejuízo de regência ou de concordância. O tradutor tem mais trabalho com a forma, pois a palavra escrita grita. Está ali, eternamente. É uma legenda que vai passar na TV e você fica pensando “putz, podia ter feito diferente”.

Portanto, não acho que uma dificulte a outra, necessariamente. Mas é preciso conhecer bem ambas, reconhecendo as características de cada uma e mudando a chavezinha da cachola.

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Proz Conference

Posted by Érika on Jul 9, 2012 in Novidades

Quais são os seus planos para setembro? Nada ainda? Então saiba que esse ano tem Conferência do Proz!
Nos dias 21, 22 e 23 de setembro deste ano. A inscrição antecipada (até dia 31/07) para quem não é membro pagante custa R$380,00. Sei que é um pouco salgada, mas sempre reclamamos de que não são tantos eventos de tradução assim, então vale conferir. Ah, sim, vai ser no Rio de Janeiro, em Botafogo, na Casa de Espanha.
Ficou interessado? Quer saber quem são os palestrantes?
Há mais detalhes aqui:
http://www.proz.com/conference/323

Essa é uma boa oportunidade de rever amigos, saber o que há de novo no mercado, conhecer novos colegas e establecer contatos importantes. 😉

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Sou autônoma, sacou?

Posted by Érika on May 22, 2012 in Esmiuçando

Dia desses, domingão de sol, tomei uma dura de uma amiga por andar “sumida”.  A reclamação é até justificada, já que faz tempo que não vejo os amigos. Mas tenho razão para isso. Casamento, família, trabalho — muito trabalho. Essas questões, porém, são muito variáveis por serem pessoais. O que me levou a escrever foi uma frase em especial dessa amiga:

– Pô, você trabalha 24 horas por dia?

Isso me deu um clique. Lembrei que a maioria das pessoas está acostumada aos seres que trabalham das 9h às 18h, com horário de almoço, fins de semana livres e tudo mais. Pois é. Mas comigo (e com a maioria dos meus colegas de trabalho) não é bem assim que funciona.

A flexibilidade de horários é uma coisa muito boa. Porém, em caso de percalços e imprevistos, você acaba despindo um santo para cobrir o outro. Explico: você acordou, sentou para trabalhar. Tinha apenas um arquivo pequeno para revisar e combinou de almoçar com um amigo querido. Uma hora depois, seu cliente bacanudo entra em contato, precisando de um documento importantíssimo, de 4 mil palavras para amanhã. As opções não são muito animadoras: ou você cancela o almoço e continua trabalhando, defendendo as contas do mês seguinte; ou você vai ao almoço, preocupado com o que ainda resta a fazer, não presta atenção à conversa, indo logo embora; ou deixa rolar e seja o que Deus quiser, afinal, a noite é uma criança. De todas as opções, a primeira é a mais racional e saudável a ser escolhida (com o tempo a gente aprende que nosso rendimento durante a noite é bem avariado pelo cansaço, podendo gerar estragos na nossa reputação de bons profissionais), mas acaba sendo mal vista por familiares e amigos.

É, não são só os amigos que não entendem bem do que se trata ser autônomo. Familiares também. Meu irmão tem o talento de saber os dias em que trabalhei até de madrugada e me ligar às 7 da manhã para tratar de coisas meramente triviais, que poderiam ser resolvidas às 11h, por exemplo. É impressionante! Não erra uma! Minha mãe, por sua vez, acha que trabalhar em casa é igual a estar de folga. “Minha filha, vai na casa de fulano entregar tal coisa”, sendo que fulano mora no cafundó do Judas, e adora bater um papinho. No barato, eu perderia uma tarde inteira para fazer a tal entrega. Hello? Fora os pepinos domésticos que, “já que você está em casa mesmo”, acaba tendo de resolver: um vazamento na descarga, a máquina de lavar que deu pane, receber o montador de um móvel.

Quer dizer, não trabalho 24h por dias, mas às vezes bem mais do que a carga horária padrão — mesmo que seja picadinho ao longo do dia, entre uma banalidade cotidiana ou outra.

Portanto, amigos, amo vocês de paixão, mas preciso pagar as contas e os choppinhos que gostamos de tomar, o que significa que se um cliente repassar um serviço às 16h, com prazo apertado, nossa saída vai ficar comprometida (isso sem falar nos clientes internacionais, com diferença de fuso de 6h, por exemplo). Continuo vos amando, mas não me exijam rotina. Meu trabalho não é assim e eu gosto. Mas na terça tô livre pra pegar uma prainha de manhã, bora?

P.S.: falamos sobre as diferenças entre ser tradutor autônomo e contratado no Tradcast tempos atrás. Ouve lá 😉

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Viva São Jerônimo!

Posted by Érika on Sep 30, 2011 in A gente aprende

Para comemorar, proponho que façamos algo diferente, abramos horizontes, busquemos novos pontos de vista. Para quê? Para eu poder ter assunto para escrever aqui, ora. 😀 Não sou candidata a nada, mas conheçam minha proposta. 😉

Todos nós consumimos tradução. Nosso dia-a-dia está repleto de produtos, atividades, sites que precisam vir em um idioma que conheçamos. E, como todos devemos saber, é uma das profissões mais antigas do mundo (eu disse “uma das mais antigas” :P). Só temos acesso ao grande arcabouço literário atual graças a este dileto ofício. Ou você achava que Platão escrevia em português?

O que talvez pouca gente perceba é que todos somos tradutores. Traduzimos incessantemente e nem nos damos conta. São símbolos, cores, gestos, expressões… Qual namorado/marido que, ao perguntar à namorada/esposa qual era o problema e ouvir um “nada” gelado como resposta, não pensou “ih, vem chumbo grosso aí!”? Qual mulher que, ao escutar um “minha querida” vindo de alguém que mal conhece, não entendeu que ali cabia uma penteadeira de sarcasmo e/ou falsidade? Quem nunca esteve no trânsito e avistou um amigo a certa distância e entendeu – achando até natural – quando este amigo colocou a mão fechada na orelha, apenas com o mindinho e polegar abertos? Chega a ser banal. Mas me diga uma coisa: você entendeu, pelo gesto, que o amigo vai te ligar ou quer que você ligue para ele. Você chegou a ficar preocupado com as palavras que ele balbuciava, mas que só servem para parecermos lesados (o pior é que todos nós fazemos isso, ha!)? Bom, aposto que não.

Ninguém fica se martirizando com as pequenas informações que perdemos ao longo das traduções rotineiras. E é aqui que eu queria chegar. Em vez de pensarmos “o filme é ótimo, mas a legenda estava horrível. O cara falava um monte e só aparecia uma legenda”, que tal focarmos em tudo o que conseguimos entender por causa dela? Que tal ficarmos satisfeitos em entender quando o intérprete fala “fulano abriu o paciente” e não ficarmos chocados e presos à questão do “nossa! Ele não conhece nem a palavra incisão”?

Essa é minha proposta neste dia comemorativo: não nos prendamos às perdas do movimento tradutório inerente às nossas vidas. Elas ocorrerão, mas serão uma pequena parte do processo. Vamos nos ater ao que de fato importa, ao que compreendemos e entendemos graças a ela.

Viva São Jerônimo!

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Vem 2011

Posted by Érika on Jan 10, 2011 in Novidades

Começamos mais um ano. Estou feliz. O ano já começou com trabalho. Normalmente essa época é bem tranquila e só começa a aquecer depois do carnaval (e a gente fazendo malabarismos com as contas). Portanto, é um bom sinal. :)

Como resolução de ano novo, eu prometo estar mais presente por aqui. A gente se encontra por aqui? Vou esperar. 😉

Que todos tenham um 2011 maravilhoso, de muito aprendizado, trabalho e bons clientes.

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Trabalho na terrinha

Posted by Érika on Aug 10, 2010 in Vi por aí...

Taí uma coisa que não consigo sempre: trabalhar na minha terra. Adoro juntar a fome com a vontade de comer. É trabalho, mas, ao mesmo tempo, é rever a família, relembrar minhas raízes, sentir sabores peculiares, ganhar colinho de mamãe… Ou seja, é muito mais prazer do que trabalho e ainda recebo por isso :). E neste mês de julho deu para conciliar tudo.

Fui a Belém a passeio. Passagens compradas, programação feita (ué, ficar de bobeira no sofá da mãe também precisa ser programado, ora essa) e, quando menos espero, surge um evento, exatamente no período em que estaria por lá! É bom? Não. É ótimo! Mas acho que o melhor mesmo foi o que pude ver por lá.

Achei que ia chegar, fazer o meu trabalho, conhecer alguns colegas e me inteirar um pouco mais sobre a interpretação no Pará (acho que já disse aqui que só descobri que tinha um certo mercado de tradução e interpretação local quando vim para o Rio de Janeiro… Sim, sim, ignorância minha. *suspiro*). E para minha surpresa, foi muito mais do que isso.

O evento era o Congresso Mundial da Idea 2010, nos moldes do Fórum Social Mundial, de tamanho semelhante também (um pouco menor, mas ainda assim, bastante grande. O tema do evento, “Viva a diversidade viva”, era intensamente compartilhado.  A interação entre os mais diversos povos (índios, europeus, latino-americanos…) ocorria em palestras, oficinas, apresentações teatrais e nos SIGs (Special Interest Groups – grupos de interesse específico, que tinham um tema principal para nortear suas discussões). Fui alocada em um desses SIGs. E o tema do meu SIG era… tradução! Quatro dias interpretando sobre tradução, interculturalidade, avaliando questões e desafios do processo. Não bastasse tudo isso, ainda fui convidada a expor os desafios encontrados no meu dia a dia (o público ali presente era composto em grande parte por professores, atores, escritores etc. que usam a tradução como ferramenta em seus trabalhos – os mais variados – de inclusão social. Não era um grupo de tradutores falando sobre o tema). Ali eu me dei conta de como gosto de falar sobre a profissão que abracei (é por isso que eu tenho um blog, né? Pois é, parece óbvio, mas às vezes sou meio lerda, relevem).

É claro que nem tudo foi assim tão belo. Houve algumas dificuldades técnicas – até mesmo por conta da dimensão e da dinâmica do evento – mas os pontos positivos foram tão maiores, que não convém sequer lembrar.

Só sei que voltei deste evento motivada, feliz por ver que Belém está amplianda suas possibilidades, investindo no setor de eventos, o que vai representar melhorias na cidade e maiores possibilidades de trabalho por lá. Queria ter tido tempo e a ideia de ter registrado o evento por fotos, mas contentar-me-ei (amo mesóclises!) com o aprendizado. :)

Isso porque este seria um post curtinho… Sei…

Assim que tiver uma fotinho e a autorização de quem está nela, atualizo aqui.

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